Textos de Natal 2º Ano
A História de Natal
Era uma vez uma cidade que se chamava a Cidade dos Brinquedos, mas apesar de ter esse nome, não tinha quase brinquedos nenhuns, porque ninguém gostava de trabalhar. Era uma cidade muito triste e sem cor.
Nessa cidade, havia um senhor muito bondoso que gostava de ajudar todas as pessoas, chamava-se Pai Natal. Ele ensinou-lhes que o trabalho pode ser divertido e convenceu-os a trabalharem muito para fazerem todas as crianças do mundo muito felizes.
Assim, o Pai Natal apareceu no dia vinte e cinco de Dezembro e deixou presentes debaixo da árvore de Natal de cada menino. Estes ficaram muito felizes quando viram o Pai Natal aparecer e ficaram muito contentes com os seus presentes.
Ana Bárbara, Carolina e Carina 2º Ano
Era uma vez uma cidade que se chamava a Cidade dos Brinquedos, mas apesar de ter esse nome, não tinha quase brinquedos nenhuns, porque ninguém gostava de trabalhar. Era uma cidade muito triste e sem cor.
Nessa cidade, havia um senhor muito bondoso que gostava de ajudar todas as pessoas, chamava-se Pai Natal. Ele ensinou-lhes que o trabalho pode ser divertido e convenceu-os a trabalharem muito para fazerem todas as crianças do mundo muito felizes.
Assim, o Pai Natal apareceu no dia vinte e cinco de Dezembro e deixou presentes debaixo da árvore de Natal de cada menino. Estes ficaram muito felizes quando viram o Pai Natal aparecer e ficaram muito contentes com os seus presentes.
Ana Bárbara, Carolina e Carina 2º Ano
O Natal “Fabulástico”
Era uma vez uma menina que se chamava Leonor. Um dia, a Leonor estava muito triste, porque não podia ir brincar lá para fora, nem podia fazer os bonecos de neve que tanto adorava. Andou sempre muito triste, até que chegou o dia de Natal. Nesse dia, a Leonor decidiu organizar uma festa muito especial. Convidou as suas amigas Bárbara, Mariana, Eugénia e Maria Inês.
As suas amigas estavam muito preocupadas com ela e, por isso, decidiram oferecer-lhe o melhor presente que se pode dar: a sua AMIZADE.
O Pai Natal reconheceu a generosidade das meninas e deixou lindos presentes para todas.
Bárbara, Maria Inês, Mariana e Eugénia 2º ano
Era uma vez uma menina que se chamava Leonor. Um dia, a Leonor estava muito triste, porque não podia ir brincar lá para fora, nem podia fazer os bonecos de neve que tanto adorava. Andou sempre muito triste, até que chegou o dia de Natal. Nesse dia, a Leonor decidiu organizar uma festa muito especial. Convidou as suas amigas Bárbara, Mariana, Eugénia e Maria Inês.
As suas amigas estavam muito preocupadas com ela e, por isso, decidiram oferecer-lhe o melhor presente que se pode dar: a sua AMIZADE.
O Pai Natal reconheceu a generosidade das meninas e deixou lindos presentes para todas.
Bárbara, Maria Inês, Mariana e Eugénia 2º ano
Promessa ao Pai Natal
Todos os anos, o Pai Natal distribuía os presentes por todos os meninos da aldeia. Mas um menino sabia que tinha sido muito preguiçoso naquele ano e ficou com medo que o Pai Natal não viesse naquele Natal. Por isso, fez uma promessa, faria todos os seus deveres e ainda ajudaria a mãe nas tarefas de casa.
No dia de Natal, o menino teve uma surpresa. De manhã, quando se levantou, abriu os seus presentes.
Miguel S., Miguel G. e Dmitry 2º ano
Todos os anos, o Pai Natal distribuía os presentes por todos os meninos da aldeia. Mas um menino sabia que tinha sido muito preguiçoso naquele ano e ficou com medo que o Pai Natal não viesse naquele Natal. Por isso, fez uma promessa, faria todos os seus deveres e ainda ajudaria a mãe nas tarefas de casa.
No dia de Natal, o menino teve uma surpresa. De manhã, quando se levantou, abriu os seus presentes.
Miguel S., Miguel G. e Dmitry 2º ano
O Pai Natal Bonzinho
No dia vinte e cinco de Dezembro, estava um lindo dia de sol e muito calor. Era um dia muito especial para todos, porque o Sol não fazia mal a ninguém e também não havia chuva.
Nesse dia, o Pai Natal viajava no carro mágico do Rafael. O carro era lindo, amarelo e verde com vidros escuros e impressionava todas as pessoas. Graças aos poderes mágicos do carro mágico do Rafael, o Pai Natal conseguia viajar até África, às Américas e à China tudo na mesma manhã e ainda tinha tempo para jogar às cartas com os meninos do 2ºA que estudavam na Escola Básica de Vila Fresca de Azeitão.
Mas, quando o Pai Natal estava de regresso a casa, começou a chover muito e assim o carro do Rafael já não conseguia voar. O que fariam? Foi o Henrique que encontrou a solução para ajudar o Pai Natal voltar para casa. Sabem como? Emprestou-lhe o seu guarda-chuva voador que levou o Pai Natal num bonito passeio até o Polo Norte.
Rafael e Henrique 2º Ano
No dia vinte e cinco de Dezembro, estava um lindo dia de sol e muito calor. Era um dia muito especial para todos, porque o Sol não fazia mal a ninguém e também não havia chuva.
Nesse dia, o Pai Natal viajava no carro mágico do Rafael. O carro era lindo, amarelo e verde com vidros escuros e impressionava todas as pessoas. Graças aos poderes mágicos do carro mágico do Rafael, o Pai Natal conseguia viajar até África, às Américas e à China tudo na mesma manhã e ainda tinha tempo para jogar às cartas com os meninos do 2ºA que estudavam na Escola Básica de Vila Fresca de Azeitão.
Mas, quando o Pai Natal estava de regresso a casa, começou a chover muito e assim o carro do Rafael já não conseguia voar. O que fariam? Foi o Henrique que encontrou a solução para ajudar o Pai Natal voltar para casa. Sabem como? Emprestou-lhe o seu guarda-chuva voador que levou o Pai Natal num bonito passeio até o Polo Norte.
Rafael e Henrique 2º Ano
Feliz Natal
Era uma vez um Pai Natal muito gordo, mas agora é que começa a história.
Um dia, o Pai Natal estava a entregar os seus presentes, quando caiu do seu trenó. Os duendes arranjaram o trenó do Pai Natal, mas este não conseguia andar para poder terminar o seu trabalho e distribuir as prendas.
Todos ficaram muito preocupados, o que seria do Natal, se o Pai Natal não cumprisse a sua missão? Foi nessa altura que apareceu a neta do Pai Natal e disse ao avô que o iria ajudar e disse ainda que juntos fariam o resto do trabalho com muito carinho.
Assim, todos tiveram um Feliz Natal.
Rita, Miguel F. e Catarina 2º ano
Era uma vez um Pai Natal muito gordo, mas agora é que começa a história.
Um dia, o Pai Natal estava a entregar os seus presentes, quando caiu do seu trenó. Os duendes arranjaram o trenó do Pai Natal, mas este não conseguia andar para poder terminar o seu trabalho e distribuir as prendas.
Todos ficaram muito preocupados, o que seria do Natal, se o Pai Natal não cumprisse a sua missão? Foi nessa altura que apareceu a neta do Pai Natal e disse ao avô que o iria ajudar e disse ainda que juntos fariam o resto do trabalho com muito carinho.
Assim, todos tiveram um Feliz Natal.
Rita, Miguel F. e Catarina 2º ano
Era uma vez o Natal
Era uma vez uma família que vivia em Vila Real e lá estava a nevar. Eles foram lá para fora brincar com a neve um bocadinho e depois foram para casa. Quando começou a anoitecer, foram para a cama e adormeceram.
Nessa altura, o Pai Natal colocou as prendas debaixo da árvore de Natal. De manhã quando acordaram, os meninos viram os presentes debaixo da árvore de Natal e ficaram a pensar como lá teriam aparecido aqueles presentes. A Alice lembrou-se que já era dia vinte e quatro e como no dia seguinte era Natal, o Pai Natal devia ter vindo mais cedo.
Todos ficaram ansiosos para que chegasse o dia de Natal, iam adorar abrir as prendas na festa. Estaria lá toda a família: os pais, os avós, os tios, os primos, os peixes e os até os gatos iriam à festa, que era muito divertida, porque eram todos muito brincalhões.
Alice, Beatriz, Carlota e Inês 2º Ano
Era uma vez uma família que vivia em Vila Real e lá estava a nevar. Eles foram lá para fora brincar com a neve um bocadinho e depois foram para casa. Quando começou a anoitecer, foram para a cama e adormeceram.
Nessa altura, o Pai Natal colocou as prendas debaixo da árvore de Natal. De manhã quando acordaram, os meninos viram os presentes debaixo da árvore de Natal e ficaram a pensar como lá teriam aparecido aqueles presentes. A Alice lembrou-se que já era dia vinte e quatro e como no dia seguinte era Natal, o Pai Natal devia ter vindo mais cedo.
Todos ficaram ansiosos para que chegasse o dia de Natal, iam adorar abrir as prendas na festa. Estaria lá toda a família: os pais, os avós, os tios, os primos, os peixes e os até os gatos iriam à festa, que era muito divertida, porque eram todos muito brincalhões.
Alice, Beatriz, Carlota e Inês 2º Ano
O Faísca e o Mate
O Faísca ia a passear, quando encontrou o seu amigo Mate e foram fazer uma corrida. No final, quem ganhou a corrida foi o Faísca.
O Mate ficou muito zangado, por isso decidiu comprar umas rodas novas e assim conseguiu ganhar a todos os carros, mas mesmo assim quem ganhou a última corrida foi o Faísca.
Martim 2º ano
O Faísca ia a passear, quando encontrou o seu amigo Mate e foram fazer uma corrida. No final, quem ganhou a corrida foi o Faísca.
O Mate ficou muito zangado, por isso decidiu comprar umas rodas novas e assim conseguiu ganhar a todos os carros, mas mesmo assim quem ganhou a última corrida foi o Faísca.
Martim 2º ano
Texto de Natal 4º Ano
A Estrela Cadente
NARRADOR: Naquele dia andava toda a gente muito nervosa lá longe, no oriente. As madrugadoras pombas mensageiras tinham cumprido a sua missão e já todo o mundo conhecia a notícia: TINHA NASCIDO O MENINO JESUS. Suas Majestades, os Reis Magos, têm de preparar-se para a longa caminhada.
BELCHIOR: Isto não pode ser! Que Loucura!
GASPAR: Assim será impossível chegar.
BALTASAR: Nunca conseguiremos!
( os Reis Magos dão voltas pela sala e levam as mão à cabeça.)
NARRADOR: A causa de todo aquele rebuliço era, nem mais nem menos, o desaparecimento da estrela que tinha de guiar os Reis no seu longo caminho.
BELCHIOR: Onde estará metida?
GASPAR: todo o mundo conhece a história, a estrela mostra-nos a direcção correcta.
BALTASAR: E agora, que podemos fazer?
NARRADOR: Como o problema era muito grave, todos os vizinhos e amigos dos Reis Magos decidiram pôr mãos à obra e começar a procurar…
(Pastores, vizinhos) vão junto dos Reis e “ cochicham “ em voz baixa entre eles numa atitude de nervosismo.)
VIZINHA 1: Ai, ai, mãe- mãe - mãe, mãezinha. O que vai ser da nossa tradição sem a estrelinha?
VIZINHA 2: Nem quero pensar numa coisa dessas, está tudo arruinado. (começam as duas vizinhas a chorar)
VIZINHA3: Oh mulheres, não vale a pena estarem para aí a chorar. Vamos é por-nos a mexer e procurar a estrela por toda a parte.
PASTOR 1: Sim, sim. Mas onde poderá estar?
PASTOR 2: Os Reis sabem ler os mapas do céu… talvez a estrela esteja só a dormir.
BELCHIOR: Temos de fazer uma reunião e procurar uma solução.
GASPAR: Sem a luz da estrela nunca encontraremos o caminho.
BALTASAR: Temos de chegar a tempo para dar os nossos presentes ao menino.
NARRADOR: Todos os habitantes do reino decidiram participar na reunião dos Reis Magos para ajudar com as suas ideias.
(Numa roda todos sentados. Os Reis Magos caminham entre as personagens, com passo rápido e as mãos nas ancas e na testa, numa atitude pensativa. Todos têm caras de preocupados. )
BELCHIOR: Em breve nos poremos a caminho. Se a estrela não aparecer, confiaremos nos nossos poderes para nos orientarmos.
GASPAR: Mas talvez a estrela não tenha ouvido a boa notícia. Temos de esperar um pouco mais.
BALTASAR: Certamente que receberemos algum sinal.
NARRADOR: Nesse momento, um grande resplendor ilumina o lugar.
(Os pastores, os vizinhos e os Reis Magos olham para o Céu com caras de espanto. Uma menina vestida de estrela começa a aproximar-se deles.)
ESTRELA RAINHA: Venho contar-vos uma terrível notícia: eu, Rainha das Estrelas, tenho um grave problema.
NARRADOR: A Rainha das Estrelas contou a todos os que ali estavam que na noite anterior tinha realizado um concurso para encontrar a estrela que guiaria os Reis Magos através do deserto.
(Neste momento aparece uma fila de estrelas e situa-se em frente dos Reis Magos)
ESTRELA BEBÉ: Aqui, aqui (saltitava a estrela bebé) olhem p’a mim. Eu já ” xou gande”, também “quelo ajudá” ...
ESTRELA RAINHA: Claro que já és grande, minha querida, mas precisas de crescer um pouco mais, para poderes guiar esta missão.
ESTRELAS GÉMEAS: (falam ao mesmo tempo) Majestade, eu é que devo cumprir a importante missão. A minha beleza supera a das minhas companheiras.
ESTRELA GÉMEA1: Não, não…eu é que sou a mais bela, não me imites…
ESTRELA GÉMEA2: Não, sou eu…Eu sou a mais bela e devo ser a vencedora.
BELCHIOR: A vossa vaidade é o mais difícil de superar. Queremos ser guiados por uma humilde estrela.
ESTRELA DOIS: Majestades, por ser a maior de todas as estrelas do firmamento, serei eu a escolhida.
ESTRELA INTELIGENTE: Que disparte! Suas Majestades não precisam de estrelas grandes, mas sim de uma estrela inteligente. Ora bem, vamos cá ver…segundo a teoria de Einstein (ajeita os óculos) e depois de muitas contas (mostra a calculadora) já sei as coordenadas exactas e, por isso, sou eu quem vos deveria guiar.
GASPAR: A estrela que nos conduzir ao portal não deve ser a mais bela, nem a maior, nem a mais inteligente. Apenas a melhor.
ESTRELA TRÊS: Majestades, tenho uma cauda brilhante que iluminará campos e desertos até chegar ao Palácio Real.
BALTASAR: Mas que enganada estás! O menino não nasceu num Palácio, o menino está numa manjedoura, em palhas deitado, e não deseja tesouros, nem brilho, só paz entre os homens.
NARRADOR: De repente os Reis Magos fixaram-se numa pequena estrela que ainda não tinha falado.
REIS MAGOS: Não tens nada para nos contar?
(A estrela baixa a cabeça em atitude de timidez)
ESTRELA TRAPALHONA: Majestades, eu não posso realizar este importante trabalho. Eu sou apenas uma estrela cadente muito trapalhona. Ando sempre a correr de cá para lá e a verdade é que caio muitas vezes. Nunca soube de um sítio onde pudesse viver.
NARRADOR: Os Reis olharam para a rainha das estrelas e disseram:
REIS MAGOS: Desejamos que esta pequena estrela cadente nos guie no nosso caminho. Não encontraremos outra melhor.
NARRADOR: Então, suas Majestades perguntaram à estrela se desejava acompanhá-los. A estrela pensou que estava cansada de tanta trapalhada e que queria deixar de vaguear pelo firmamento. Achou que seria realmente bom encontrar um sítio onde viver.
(As outras estrelas retiram-se lentamente. Os Pastores e as vizinhas fazem uma fila atrás dos Reis Magos e, à frente, a guiar toda a comitiva vai a pequena estrela, a mais humilde e de melhor coração. Todos em fila lançam-se ao caminho, cantando um cântico de Natal.)
NARRADOR: No caminho, os Reis Magos encontraram o velho sábio que por ser muito invejoso e que por não poder ter um papel importante nesta história, aproximou-se deles para os enganar:
VELHO SÁBIO: O quê? Vocês por aqui? Mas estão muito atrasados! Olhem que ainda agora de lá vim e estão todos muito desiludidos por não terem recebido a vossa visita. O melhor é que se apressem. Se forem nesta direcção chegam a Belém muito mais depressa.
BELCHIOR: Muito obrigado, meu velho sábio, seguiremos o teu conselho e prometemos cumprir a nossa missão.
NARRADOR: Todos seguiram a direcção indicada e andaram durante muito tempo, mas mais uma vez a luz esplendorosa da Estrela Rainha surgiu:
ESTRELA RAINHA: Não confiem naquele velho sábio que mais não quer do que enganar-vos para que não saiam deste deserto. Escolheram a estrela mais humilde e de melhor coração e, por isso, devem segui-la.
NARRADOR: Quando se aproximavam do seu destino, viram os seus amigos chamados Reis Magos do Futuro.
GASPAR DO FUTURO: Então, ainda usam essa miniatura de estrela?
BELCHIOR DO FUTURO: Nós cá usamos um mais recente, eficaz e equipado G.P.S.
BALTASAR DO FUTURO: Oh não! Levam ouro, incenso e mirra para oferecer ao Menino Jesus? Nós levamos um telemóvel, uns ténis da Nike e uma P.S.P., que isto da modernidade é que está a dar.
GASPAR: Meus amigos, se todos temos o mesmo objectivo podemos seguir todos juntos e em paz. Querem vir connosco?
TODOS OS REIS DO FUTURO: Sim, claro que queremos.
TODOS: Viva!
Texto adaptado pelos alunos do 4º ano